terça-feira, 23 de junho de 2015

"Ele Sabe O Que Faz! "



"Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará" (Salmos 37:5).

Era meio-dia e o calor era muito forte. O fazendeiro, pensando em descansar um pouco, sentou-se debaixo de uma nogueira para desfrutar de sua sombra. Enquanto estava ali, contemplou sua plantação de abóboras e pensou consigo mesmo: "Eu não compreendo o que levou Deus a colocar abóboras tão pesadas em uma plantação tão delicada, com pouca força, tendo que arrastar-se pelo chão!"

Logo a seguir, olhou para o alto, viu os galhos frescos da árvore onde estava abrigado e pensou: "Não compreendo como Deus coloca nozes tão pequenas em árvores tão grandes, com galhos tão fortes que seriam capazes de suportar o peso de um homem!"

De repente, uma pequena brisa fez soltar-se uma noz de um dos galhos, que caiu sobre sua cabeça. O fazendeiro, despertando de seus  pensamentos, sorriu e disse em voz alta: "Estou feliz por não haver uma abóbora lá em cima!"

Estamos certos de que conhecemos o caminho por onde estamos seguindo? Cremos realmente que nos levará aonde queremos ir? Mesmo que as paisagens nos pareçam estranhas, não atraentes, até mesmo assustadoras? Não seria melhor entregar nosso caminho ao Senhor, deixá-lo nos conduzir de maneira certa e segura?


Nós podemos errar, mas Deus... Ele sabe o que faz!

Estamos convencidos de que as opções de vida que escolhemos são as melhores? Podemos descansar, tranquilos, com a confiança de que fizemos a escolha correta?

Não seria mais prudente e sábio apresentar as alternativas diante do altar de Deus para que nos mostre Sua vontade, para não cometermos nenhum engano?

Nós que somos falhos, podemos nos enganar, mas Deus... Ele sabe o que faz!


Em nossa vida espiritual, só uma decisão é verdadeira e certa: entregar nossa vida, nosso caminho, nossas decisões nas mãos do Senhor Jesus e deixá-lo nos guiar. Ele sabe o que faz!


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Há um propósito superior nisso....




  
“(Davi) entrou na casa de Deus e, tomando os pães da Presença, comeu o que apenas aos sacerdotes era permitido comer, e os deu também aos seus companheiros”. Lc 06:04.
 
 
Os pães da Presença, o pão sagrado que ficava diante do Senhor por uma semana, só deveria ser comido pelos sacerdotes (Lev 24:8-9). Como o mandamento de guardar o sábado, esta era uma ordenança de Deus. No entanto, Davi comeu desses pães (1 Sam 21:1-6) e não sofreu condenação.

Pelo contrário, foi Davi que Deus chamou um homem segundo o seu coração, que faria "tudo o que for da minha vontade" (Atos 13:22). Na sua época, Davi, como Jesus, parecia para alguns um "fora da lei".  No entanto, ele compreendia a verdadeira intenção de Deus.

Jesus (assim como Davi) não estava encorajando desobediência a Deus ou uma atitude casual em relação às Escrituras. Na verdade, Jesus estava incentivando o contrário. A visão de um Deus severo que só espera suas criaturas falharem para daí eliminá-los é contrária às Escrituras.

Em relação a pessoas que vêem Deus assim, Edward Fudge observou: "não é que elas reverenciam demais a Bíblia, mas que não a reverenciam o suficiente. Elas não a reverenciam o suficiente para ler em seu contexto, deixá-la falar por si mesma, ou notar o que ela realmente diz."


A santidade e as coisas sagradas têm um propósito superior a qualquer outro – a salvação do homem. Matar um homem, ou deixá-lo morrer de fome para preservar coisas sagradas, é uma inversão da vontade de Deus. Ou, como Jesus bem disse no relato de Marcos desta ocasião: "O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado." (Mc 2:27).

Pense Nisso!!!

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Getsêmani - Ele carregou minha cruz.....

http://www.internautascristaos.com/videos/clipes/getsemani


No Getsêmani foi que meu Jesus orou
Se entregando ao Pai mais uma vez
Logo vieram pessoas para o levar
Para a maior das provações
Ele tanto amou, tudo suportou
Ele carregou a nossa cruz

Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor

Os soldados cuspiam no seu rosto nu
Posso ouvir o clamor da multidão
E Jesus a olhar aquele céu azul
Pede ao Pai que lhes dê o seu perdão
Ele tanto amou, tudo suportou
Ele carregou a nossa cruz

Ver os cravos nas mãos, seu corpo a sofrer
Naqueles momentos de dor
Ver o mestre a chorar e foi por você
Que ele mostrou tanto amor
Ele tanto, tanto me amou
Ele tudo por mim suportou
Carregou minha cruz

terça-feira, 9 de junho de 2015

7 consequências de ser uma pessoa pessimista



O pessimista é aquela pessoa que tem uma forte tendência de olhar para as situações e considerar tudo como um mal. O pessimista costuma sempre focar no lado negativo das coisas ou, se aquilo não tem um lado negativo, ele inventa um lado negativo para ficar mais confortável em seus julgamentos. O pessimista geralmente tem dificuldades de reconhecer boas coisas, de elogiar pessoas, de dar o “braço a torcer” quando alguém é bem-sucedido em algo ou faz algo com qualidade. Ele sempre acha um defeito para criticar ou inventa um. De certa forma, todos nós em alguns momentos acabamos sendo um pouco (ou muito) pessimistas. Por isso, é muito importante saber as consequências de deixarmos esse comportamento dominar a nossa vida.

Consequências de ser um pessimista:
1-) Desespero
Moisés havia enviado doze espiões para observar a terra de Canaã, que Deus havia prometido dar ao Seu povo (Números 13). Após chegarem da tarefa, dez dos espiões trouxeram um relatório extremamente pessimista, ao passo que dois deles foram extremamente otimistas, pois criam em Deus. O que aconteceu após a leitura desse relatório foi isso: “Então, naquela noite, todo o povo gritou e chorou” (Números 14:1). Pessimistas são tragados pelo seu próprio pessimismo, pois não conseguem olhar além da “nuvem escura” que eles mesmos criam diante das situações. O povo de Israel se desesperou, sendo contaminado por um pessimismo destrutivo que não considerou a ação do Deus que os protegia até aquele momento. A consequência foi um desespero gigantesco que estourou em gritos e choro e não em racionalmente resolverem a situação que estava diante deles.
2-) Murmuração
Seguido do desespero, o resultado mais comum que aparece na vida dos pessimistas é a murmuração que é, no contexto bíblico, uma atitude de ingratidão e falta de fé em Deus. Pessimistas adoram reclamar! Após uma noite em desespero, aquele povo poderia seguir o caminho dos otimistas, buscando a Deus e orando pela vitória contra os inimigos, porém, eles fizeram o seguinte: “Todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão” (Números 14:2). Ao invés de clamar o pessimista prefere reclamar, murmurar. Murmuração geralmente não resolve problemas. Por isso, o pessimista cria um círculo vicioso de más consequências por causa de seu comportamento.
3-) Ingratidão
O povo que agora cultiva o pessimismo em seu coração, pouco tempo atrás clamava a Deus para que Ele os libertasse da dura escravidão. Deus os libertou, fez grandiosos feitos, os alimentou no deserto, os protegeu do sol e do frio. Mas pessimistas não conseguem ver e reconhecer as coisas boas, antes, guardam no coração a ingratidão. Veja como o povo pessimista agiu: “E por que nos traz o SENHOR a esta terra, para cairmos à espada e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não nos seria melhor voltarmos para o Egito?” (Números 14:3). Nada do que receberam de bênçãos das mãos de Deus valeu para eles. Pessimistas exalam ingratidão por causa do seu olhar negativo para tudo que ocorre. Eles têm memória curta, não costumam lembrar-se de benefícios recebidos, por isso, são ingratos.
4-) Apostasia
Apostasia é quando uma pessoa abandona a sua fé. Quando lemos as narrativas do livro de Êxodo vemos o povo vibrando quando Deus enviou grandiosas pragas ao Egito, quando abriu o Mar Vermelho, quando deu água e alimento a eles no meio do deserto, quando fez promessas de dar-lhes uma boa terra por herança, etc. Mas quando chegaram as primeiras provações o povo logo se esqueceu de tudo e cogitou abandonar a fé e voltar a escravidão: “E diziam uns aos outros: Levantemos um capitão e voltemos para o Egito” (Números 14:4). Os pessimistas não suportam a provação. Eles querem viver uma vida de moleza e estão prontos a buscar essa “vida” em qualquer coisa que lhes dê isso, mesmo que seja na escravidão ou em outros deuses. Voltar ao Egito significava que o povo queria romper a aliança que havia feito com Deus, queria abandoná-lo, rejeitá-lo, como se Deus não fosse nada e a aliança feita não tivesse validade.
5-) Fraqueza
A visão dos dez espiões pessimistas demonstra como o coração dos pessimistas é fraco. Apesar de verem o poder de Deus e terem ouvido e visto as promessas do Senhor com manifestações de grande poder, eles mesmos declaram: “Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós” (Números 13:31). Os pessimistas enfraquecem suas próprias forças porque criam ansiedade e estresse desnecessários a si mesmos. Não estão dispostos a lutar, por isso, qualquer obstáculo parece grande demais para eles.
6-) Baixa autoestima
O pessimismo leva as pessoas ladeira abaixo. Isso porque gera sentimentos de inferioridade e fraqueza, que por sua vez, geram uma baixa autoestima extremamente prejudicial. Os dez espiões pessimistas se enxergaram como insetos perto dos habitantes da terra prometida: “e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos” (Números 13:33). O pessimista quando está em paz costuma cultivar o orgulho, mas havendo provações duras, costuma ter baixa autoestima, ainda que tente escondê-la.
7-) Visão distorcida da realidade
A baixa autoestima gerada pelo pessimismo do povo israelita foi tão forte que fez com que eles tivessem uma visão distorcida dos fatos. Além de enxergarem-se com uma visão distorcida, também inventam que o povo inimigo os via como insetos: “e assim também o éramos aos seus olhos” (Números 13:33). Quando eles se enxergam como insetos perto do outro povo, veem algo distorcido, pois mesmo sendo escravos no Egito, Deus havia ido ao socorro deles. Por que Deus os abandonaria agora? A distorção que o pessimismo causa é extremamente prejudicial.
Agora que você conhece algumas das consequências de cultivar o pessimismo, será que vale à pena cultivá-lo em sua vida? Os espiões otimistas, que viram as mesmas coisas que os pessimistas, foram os únicos que entraram na terra prometida: “não entrareis na terra a respeito da qual jurei que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num” (Números 14:30). 

O otimismo é muito mais rentável que o pessimismo. A escolha é de cada um!

terça-feira, 2 de junho de 2015

O querer só é poder quando se tem Cristo


O querer só é poder quando se tem ajuda de Cristo-Mt 14: 29-31
 
“Respondeu-lhe Pedro: Senhor! se és tu, manda-me ir ter contigo sobre as águas. Disse-lhe ele: Vem. Pedro, descendo do barco, e andando sobre as águas, foi ao encontro de Jesus. Mas, sentindo o vento, teve medo; e, começando a submergir, clamou: Senhor, salva-me. Imediatamente estendeu Jesus a mão, segurou-o, e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?”
   
Pedro desejou fazer o mesmo que Jesus estava fazendo, isto é, compartilhar do mesmo poder de andar sobre as águas, mas nem sempre o querer é poder. Quando Pedro começou a andar, se esqueceu de que só estava andando porque Cristo o sustentava. Então, num simples vacilo, deixou de olhar para Jesus e voltou-se às circunstâncias que o desestabilizaram, levando-o, em fração de segundos, do sólido patamar da fé ao desequilíbrio emocional e racional humano.
Nós somos vulneráveis a todo tipo de tormentas. Qualquer situação que nos tire de nosso cotidiano previsto já nos desestabiliza emocionalmente. É nesse momento que devemos voltar nossos olhares a Cristo e saber que o impossível só tem efeito sobre nós quando nos seguramos pela fé nas potentes mãos do nosso Senhor.
O querer de Simão (Pedro) só era poder porque Cristo o ajudava. Sem Cristo, não há nenhuma possibilidade de sucesso!  
Agir com piedade e não com agressividade. João 18:10

“Então Simão Pedro, que tinha uma espada,  desembainhou-a e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco.”
 
Simão (Pedro) provavelmente tinha herdado seu forte temperamento de seus pais, mas agora era a hora de herdar o temperamento do Pai celestial, que são o controle próprio e a mansidão. Ele queria resolver a situação na base da violência, da agressão. Jesus o repreende, e mostra que tem o controle da situação. Piedosamente, Jesus cura Malco, mostrando que a piedade é melhor que agressividade. A Bíblia diz:  “...não por força nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor!” Zacarias 4: 6.

Quantas pessoas existem hoje que têm o mesmo temperamento que Simão (Pedro) e procuram resolver seus problemas com violência, no impulso. Com isso, fazem inimizades, constroem muralhas ao invés de pontes, e se encontram sozinhas devido à ignorância e à estupidez de suas atitudes. Devemos aprender com Jesus que a piedade é melhor que a agressividade, e herdar do Pai celestial o fruto do Espírito descrito em Gálatas 5: 22.